Universitários recebem Haddad e Lula

Fernando Haddad e o ex-presidente Lula falaram de grandes programas criados pelo candidato quando era ministro da Educação, como o ProUni, o Fies e o Pronatec

Fernando Haddad e o ex-presidente Lula foram recebidos em uma grande plenária nesta quinta-feira (27) por estudantes universitários na Uninove Memorial, na Barra Funda, zona oeste da cidade. Lá, falaram dos projetos de Haddad para São Paulo e de grandes programas criados pelo candidato quando era ministro da Educação, como o ProUni, o Fies e o Pronatec.

Apresentado pelo presidente da UNE, Daniel Iliescu, e pela vice-presidenta da entidade, Clarissa Alves, o evento teve a participação de outros líderes estudantis e depoimentos de bolsistas do ProUni – programa criado por Haddad que colocou 1 milhão de jovens pobres na universidade. “Agora, a gente pode ir além, pode ser o que a gente quiser”, afirmou o bolsista James Hermínio.

Nádia Campeão, candidata a vice de Haddad, disse que é hora de os estudantes entrarem com força no debate eleitoral. “Usem o senso crítico típico da juventude nos debates desses últimos dias. Não é possível um candidato não ter plano de governo. Isso é desrespeito à população.”

Lula começou seu discurso rebatendo os ataques dos adversários. “Devemos nos orgulhar. No nosso governo, quem faz algo errado é julgado. No deles, era tudo engavetado. Na nossa casa, quando o filho é suspeito, nós investigamos, não culpamos o vizinho, como eles fizeram. E, se juntarmos todos os presidentes do Brasil, eles não criaram tantos instrumentos para combater a corrupção como nós criamos em oito anos.”

Lula também falou que Haddad é o melhor candidato para São Paulo porque “um prefeito precisa produzir humanidade, fraternidade, unir as pessoas”. E ressaltou o trabalho de Haddad no Ministério da Educação. “Ele tem a habilidade extraordinária de saber ouvir. E saiu o Prouni. Conseguimos usar o imposto que já não era pago pelas universidades privadas para transformar filha de pedreiro em médica.”

Haddad iniciou o discurso dizendo que sempre se sente professor, referindo-se à sua vida acadêmica na Universidade de São Paulo. “Era uma dor ver uma pessoa que quer estudar e não pode.”

O candidato do PT explicou a origem do ProUni, contando que foi sua mulher, Ana Estela, quem o estimulou a levar a ideia – nascida quando ele atuava na prefeitura de São Paulo – para o governo federal. Relatou também a luta para a aprovação do programa no Congresso e até no Judiciário. “Hoje, o ProUni está consolidado.”

“O que me deixa feliz com o ProUni não é só que o pobre entrou na universidade. É porque o negro entrou na universidade. Isso é o resgate de uma dívida histórica”, completou.

Haddad também falou de programas que implantará em São Paulo na área do ensino, como a educação de tempo integral – “Que não chegou a São Paulo, mas chegou a 32 mil escolas públicas do Brasil, pela mesquinhez da administração local” – e a construção da Universidade Federal da Zona Leste. “O presidente Lula fez um acordo com o prefeito Kassab há três anos para construir a Universidade. O prefeito não desapropriou (o terreno) até agora. Falta este elo para completar o anel unviersitário em torno de São Paulo.”

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Juventude: o maior desafio do país na próxima década

Duas pesquisas divulgadas neste fim de semana, trazem um alerta importante sobre e para a juventude brasileira. A primeira, em O Globo, aponta que 1/5 dos jovens brasileiros não trabalha, nem estuda. A segunda, divulgada no portal UOL, aponta a importância de se ter um diploma universitário hoje. 

Na minha visão, o maior desafio do Brasil nos próximos dez anos é a juventude e seu acesso à educação, lazer, esportes e cultura. É este acesso que trará proteção frente às drogas e ao crime. Que levará cidadania e emprego aos nossos jovens. E, sobretudo, que permitirá ao país uma inserção renovadora da juventude em nossa sociedade. 

Em conversa com Jefferson Lima, Secretário Nacional de Juventude do PT (JPT), pedi que ele fizesse um comentário sobre estas duas pesquisas. Vamos a elas (as pesquisas) primeiro. Depois, acompanhem a análise de Jefferson.

1/5 de jovens sem trabalho, nem estudo

Segundo o estudo, divulgadeo durante o seminário “Juventude, desigualdades e o futuro do Rio de Janeiro” e coordenado pelo professor Adalberto Cardoso, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), 1/5 dos jovens de 18 a 25 anos não estuda, nem trabalha. 

Deste total, o número de moças que permanecem em casa – boa parte jovens mães – é o dobro do de rapazes. São 3,5 milhões de moças ante 1,8 milhão de rapazes. Além disso, na parcela de jovens mais pobre da população brasileira (renda per capta até R$ 77,75), 46% estão sem trabalho ou estudo. E mais: dos que trabalham, 50% não têm nem nível médio.

Essa baixa qualificação tende a aumentar o fosso das desigualdades em nosso país. Prova disso é a situação dos universitários brasileiros, bastante favorável. Segundo o estudo “Um olhar sobre a Educação”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de cada 10 brasileiros com diploma universitário, entre 25 e 64 anos, 9 estão empregados. 

E mais: o salário de quem tem diploma é quase 4 vezes maior do que a renda de que não concluiu o ensino médio. Cerca de 68% dos que terminaram a faculdade ganham mais do que duas vezes o rendimento médio da população. Já 29% dos que não completaram o ensino médio ganham menos do que metade desta média. 

Confiram a seguir a análise de Jefferson Lima, Secretário Nacional de Juventude PT (JPT).

Precisamos reavaliar o modelo da escola atual

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Jefferson Lima

A pesquisa da UERJ mostra claramente a necessidade de fazermos uma avaliação do modelo da escola atual. Definitivamente ela não atrai a juventude. Até porque a juventude não quer somente a forma tradicional da formação do ensino médio. Ela busca formação profissional. Daí todo o esforço atual pela junção da educação formal com a profissional. A criação do PRONATEC pelo governo traz muitas oportunidades neste sentido.
 
A pesquisa está correta quando aponta a necessidade de termos cada vez mais creches para as jovens mães que precisam dar continuidade aos seus estudos. Neste sentido, vejam a importância do Brasil Carinhoso que tem foco nessas jovens.

Chamo a atenção também para o fato de que a juventude não se educa apenas a partir deste modelo tradicional de escola. Mas pelo conhecimento popular, comunitário. Existe uma educação informal muito forte, assim como coletivos diferenciados nos quais a juventude se organiza e pode desenvolver sua formação pessoal e cidadã. Outras pesquisas, como a do Fórum Brasileiro, colocam o emprego, a formação profissional e educacional como prioridades da juventude brasileira. 

Expansão das universidades

Hoje, cerca de 79% dos jovens brasileiros querem ter um diploma universitário. Entre os que concluem o ensino médio, 70% buscam qualificação primeiro, ao invés de entrarem no mercado de trabalho. E 55% da juventude quer conjugar felicidade, satisfação pessoal, com o exercício da sua profissão. 

Veja a importância da expansão das universidades federais após o governo Lula. E é bom lembrar que ela se deu também nas zonas rurais e nas regiões mais distantes do país, em consonância com a economia local onde foram instaladas para gerar desenvolvimento e empregos. 

Destaco ainda a questão das cotas, cuja lei foi sancionada agora pela presidenta Dilma Rousseff, que faz com que parcela significativa da população jovem mais pobre tenha acesso à educação superior. E mais: os estudos apontam que os jovens cotistas estão apresentando bons resultados, basta ver a Universidade Estadual da Bahia, a primeira a implementar cotas, onde os alunos cotistas tiveram desempenho maior do que os demais.

Papel das eleições na mudança desta realidade

É importante lembrar que mais de 80% dos jovens brasileiros buscam aprendizado além das escolas e das universidades. Eles conseguem ter formação cidadã e política através de coletivos das universidades, de partidos políticos, de participação nos movimentos da juventude em diferentes setores. Uma participação, aliás, muito voltada para a busca por melhorias nas áreas do esporte, lazer, cultura. E não só a juventude dos centros urbanos está participando desse processo, mas a juventude das periferias, dos centros rurais, da regiões mais distantes do nosso Brasil. 

As mudanças, obviamente, não acontecem de uma hora para outra. Mas, sem dúvidas, elas são fruto das políticas públicas que o nosso governo vem fomentando para que o jovem tenha mais conhecimento dos seus direitos, inclusive para cobrá-los do poder público. Se o jovem mais pobre entra no sistema de cotas, se tem mais acesso aos PRONATEC e às demais áreas, ele tem mais condições de cobrar. 

Agora, quero chamar a atenção para a importância das eleições municipais para mudarmos a situação dos jovens tais como relata a pesquisa da UERJ. Ressalto a quantidade significativa de jovens disputando a urnas em busca de políticas públicas para este segmento. As eleições não são somente o momento do voto, mas de estudar o projeto de cada candidato, cobrar e reafirmar o compromisso deles com as políticas públicas de juventude.

(Foto: Richard Casas/PT)

Pacto pela Juventude – Eduardo Paes assina Pacto pela Juventude em evento organizado por juventudes partidárias

O prefeito do Rio e candidato à reeleição pela coligação “Somos um Rio”, Eduardo Paes, assinou no sábado (15/09) a carta-compromisso do “Pacto pela Juventude”, documento que norteia políticas públicas para os jovens, produzido pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). A assinatura aconteceu em evento realizado pelas juventudes partidárias que compõem a coligação, na Associação Atlética Vila Isabel, zona Norte do Rio.
O compromisso firmado pelo prefeito foi testemunhado por aproximadamente mil jovens. Paes se disse emocionado por ver a Juventude engajada nas ações de políticas públicas e, mais uma vez, se comprometeu com os jovens por reconhecer suas necessidades. “Na minha juventude passava dias inteiros estudando na escola técnica que não disponibilizava uma alimentação decente”, disse ele, ressaltando a  importância dos estudos na formação dos jovens. “Se eu não tivesse as oportunidades que tive, hoje não seria o prefeito dessa cidade maravilhosa”, pontuou Paes.
O prefeito explicou ainda que sempre foi contra ao método de aprovação automática. “Na vida não se encontra facilidade, então os estudos precisam ser levados a sério”, acrescentou. “O meu objetivo não é ganhar apenas nas urnas, como o de muitos candidatos, mas vencer também na política, porque o que mantém um país livre é o exercício da democracia”, afirmou.
Presidente Estadual da JPMDB, Marco Antônio Cabral se declarou orgulhoso em poder organizar um evento em homenagem a Paes. “Aqui estão jovens das zonas Sul, Norte, Leste e Oeste desta cidade. Somos os maiores exemplos das ações que o prefeito fez em nosso benefício. Vamos para as ruas e ajudar a reeleger nosso prefeito”, afirmou.  Já o presidente da JPMDB na Capital, o candidato a vereador Thiago K. Ribeiro pediu empenho dos jovens na campanha. “Sou um representante da Juventude nessa cidade, uma testemunha das mudanças que Paes vêm realizando”, disse.
Além das lideranças citadas, estavam presentes ao evento, a secretária nacional de Juventude da Presidência da República, Severine Macedo; o candidato a vice-prefeito, Adilson Pires (PT); o presidente da UNE, Daniel Iliescu; a presidenta do Conjuve, Angela Guimarães; o presidente nacional da União da Juventude Socialista (UJS), André Tokarski; o presidente nacional da JPMDB, Gabriel Souza; o secretario nacional da Juventude do PT, Jefferson Lima e Superintendente de políticas para a Juventude do ERJ, Allan Borges.
Pacto pela Juventude
A carta-compromisso é composta de nove eixos centrais, que se desdobram em propostas práticas para sua implementação. Entre os pontos destacam-se a elaboração de um Plano Municipal de Juventude; a criação de um órgão especializado de gestão e articulação das políticas específicas; a promoção da cultura, esporte e lazer e o combate à violência, entre outros. Para saber mais acesse www.juventude.gov.br/conjuve.

O Desafio da Construção das Políticas Públicas de Juventude

*Marcello Barbosa

 

Estamos a menos de 30 dias das eleições municipais, e nesses dois meses da Campanha Eleitoral, já pudemos ouvir e conhecer a Plataforma Eleitoral da grande maioria dos candidatos, principalmente a Prefeito. Mas algo está fora do lugar na ampla maioria das Cidades: é pouco debatida a temática das Políticas Públicas de Juventude (PPJ’s), e quando ela é debatida, essa temática é confundida e resumida em apenas  esporte e lazer, sem compreender todo o universo que abrangem as PPJ’s.

Os Gestores Públicos que vão assumir em 1º de janeiro de 2013, devem ter clareza sobre a importância das Políticas Públicas de Juventude, para que possam implementá-las em suas cidades. Ter comprometimento com parcela da sociedade que hoje representa um terço de nossa população. Sendo também a parcela da população mais vulnerável socialmente.

As PPJ’s devem ser entendidas como instrumentos de inclusão social da juventude, elas têm como desafios e objetivos:  preparar o jovem para o mundo do trabalho;  promover uma vida saudável;  estimular a cidadania e a participação social; combater o analfabetismo e garantir o direito a Escola, ampliando o acesso ao ensino e a permanência em escolas de qualidade;  promover os direitos humanos e as políticas afirmativas;  democratizar o acesso ao esporte, ao lazer, à cultura e à tecnologia da informação.

O municípios devem seguir o exemplo do Governo Federal que desde 2005 compreende que a juventude é uma condição social e  os jovens são encarados como sujeitos de direito, a partir desta concepção os Municípios começam a criar, fomentar e fortalecer ações que garantam oportunidades para a juventude, fortalecendo seus direitos. Os municípios começam a planejar e executar uma política pública para esta camada social, quebrando uma lógica secular de afirmar que a juventude é o futuro, pois isso está errado, a juventude representa o presente, representa o agora.

Além disso os próximos Gestores Municipais devem ter o entendimento do que é juventude sem os “óculos sociais”, isso significa, sem preconceitos. É hora de ouvir o que o jovem pensa, o que eles querem e a partir daí criarmos um novo referencial para a sociedade e de sociedade. Devemos então identificar o jovem como sujeito participativo do processo politico e social da Cidade, compreender o seu papel e sua importância no desenvolvimento municipal.

 

Temos que tratar deste tema como um assunto transversal, afinal a construção da política pública de juventude se passa por diferentes demandas sociais, educação, saúde, esportes, habitação, segurança, etc. Assim no momento que o Gestor pretende encarar de frente esta questão ele deve entender que a PPJ não deve se limitar apenas a um espaço da Prefeitura, mas a uma Política Afirmativa da Cidade articulada entre todas as Secretarias Municipais.

A Construção das PPJ’s passa pelo mapeamento da Juventude Municipal, dos Projetos que a Prefeitura já desenvolve para esse público e a criação de um Plano Municipal de Juventude discutido e debatido com toda a sociedade. Com isso é necessário criar um órgão gestor (Coordenadoria ou Secretaria) que possa integrar as demandas, ações, planos, enfim efetivar a construção dessa política diretamente. Devemos entender que o debate de PPJ no Brasil é muito novo, se iniciou de fato em 2005, aliás se iniciou tarde. A importância do Município estar articulado neste tema é justamente para compensar o quanto antes todo esse tempo que foi perdido para juventude. A partir desta articulação feita, o Município consegue abrir portas para a parcerias com o Governo Federal e Estadual, Empresas e Entidades do Terceiro Setor. Cria-se a oportunidade de se articular ações municipais que vão possibilitar mais oportunidades para o jovem da Cidade, oportunidades que na prática é a efetivação dos direitos desta camada social e o fortalecimento da cidadania da mesma.

Os avanços que conquistamos a nível federal devem ser agora também implementados nos Municípios do Brasil, com a renovação dos Governos Municipais a partir de janeiro, se faz o melhor momento para as Cidades que ainda não iniciaram  essa discussão e implantação de PPJ’s, começarem a fazer isso a partir do primeiro dia de Governo delas.

Construir, fomentar e concretizar as Políticas Públicas de Juventude é um desafio que representa pensar no presente e no futuro da Cidade.

*Marcello Barbosa tem 23 anos, é Estudante de Jornalismo, Blogueiro, Membro da Direção Nacional da Juventude do PT e do CONSEG de Itaquaquecetuba – SP.

Wellington Dias assina Pacto para a Juventude

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O Secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima, participou ontem da caravana Teresina para Tod@s no bairro Promorar. Durante a caminhada o candidato petista, Wellington Dias foi muito bem recebido pelos moradores, como seu Luís Campelo. “Eu voto nele porque tudo melhorou depois do governo do PT, eu nunca tinha visto filho de pobre passar no vestibular, e agora nessa rua estão todos formados e muitos concursados, por isso espero que ele seja eleito, Teresina precisa”.

Como é de costume, durante a caminhada, Wellington ouviu diversas reclamações dos moradores pedindo melhorias para seus bairros. Na região do Promorar a principal reivindicação foi com relação ao calçamento. “Se eu que sou nova ainda tenho dificuldade de andar por essas ruas, imagine um idoso, moro nessa mesma casa há 24 anos, todos esses outros que estão pedindo voto já puderam fazer e não fizeram, eu só saí aqui na porta de casa porque é o Wellington Dias, nessa eleição eu voto é nele.”, afirmou dona Maria José, dona de casa.

Ao final da caminhada foi realizada a assinatura do Pacto da Juventude, representando o comprometimento dos candidatos a prefeito e a vereador com as políticas públicas voltadas para a juventude. “Esse pacto é um comprometimento com os projetos que o Governo Federal tem para os municípios na luta contra as drogas e a violência garantindo educação de qualidade, com aulas de inglês, libras, braile e noções de empreendedorismo, e também com a criação da Secretaria da Juventude,”.

A assinatura do pacto da juventude é uma iniciativa do Conselho Nacional de Juventude vem tomando em todas as eleições. “Estou viajando todo o Brasil para cobrar dos candidatos que eles priorizem temas importantes aos jovens brasileiros, como a educação, a mobilidade urbana, a saúde juvenil, a diversidade sexual, a inclusão digital, além da criação da Secretaria Municipal de Juventude.Finalizou o Jefferson Lima.

Humberto recebe apoio da juventude e assina pacto de compromisso com os jovens

Em encontro com a juventude, o candidato do PT à Prefeitura do Recife, Humberto Costa, e seu vice, João Paulo, assinaram um pacto de compomissos para os jovens.

O evento, que aconteceu na quinta-feira (13), no Comitê Central, na Praça do Parnamirim, contou com a participação de representantes de entidades estudantis e do secretário nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima.

Em discurso, Ângelo Ranieri, da União Nacional dos Estudantes (UNE), destacou a importância do Recife eleger Humberto Costa. “Em janeiro, iremos trazer para o Recife a Bienal da UNE e tenho certeza que o prefeito dessa Bienal será Humberto Costa. Ele é o melhor para o Recife”, afirmou.

Clayton Cabral, coordenador estadual da juventude petista, ressaltou que Humberto é o único candidato com plataforma de governo voltado para a juventude. “O papel da juventude é ir às ruas para mostrar às pessoas que temos o melhor projeto para a cidade do Recife e no dia 7 de outubro elegermos Humberto prefeito do Recife.”

O secretário nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima, afirmou que a chapa formada por Humberto e João Paulo é a melhor entre todas as capitais. “É uma chapa muito forte, que merece ganhar, pois essa é a chapa que vai fazer melhor para o Recife. E a juventude está com Humberto e João Paulo, os candidatos de Lula e Dilma”, destacou.

Humberto relembrou que foi na juventude que iniciou a vida política. “Lutar ao lado da juventude, para mim, é fundamental. Como vereador, deputado, secretário, ministro e agora senador sempre procurei caminhar ao lado da juventude. E quero aqui, reafirmar meu compromisso com os jovens”, explicou.
(Assessoria Humberto Costa)

“Mais do que um candidato, nós construímos um projeto”

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Na série sobre jovens candidatos a vereador do PT que venho publicando, a entrevista de hoje é com o Evangelista Siqueira (foto), de Boa Vista (RR). Aos 31 anos, Evangelista disputa uma vaga na Câmara Municipal pelo PT.

Ele conheceu o partido cedo, por meio dos pais, petistas e militantes de movimentos sociais no interior do Maranhão. Ainda no colégio, Evangelista se embrenhou nas lutas sociais da Comissão Pastoral da Juventude (CPT) e das comunidades eclesiais de base (CEBs) da Diocese de Roraima. Durante oito anos, inclusive, foi radialista do programa A Voz das Comunidades na rádio FM Monte Roraima, da igreja católica.

Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual de Roraima (UERR) e pós-graduado nesta área e também em Comunicação (PUC-SP), Evangelista está no último ano de um terceiro curso, de História. Neste caminho, sempre nas salas de aula e em meio às lutas da comunidade, acumulou importante bagagem na área de educação, militando pelo direito dos docentes em Boa Vista.

Professor há mais de 12 anos, nas redes municipal e estadual, Evangelista atuou na Educação de Jovens e Adultos e desde 2009 é diretor da Escola Municipal Maria Gertrudes Mota de Lima, de Boa Vista. Nesta entrevista ele relata por que se candidata à Câmara de sua cidade e aponta a urgência da renovação do PT em Roraima.

“A comunidade deu o impulso que eu precisava”

Sou professor há mais de 12 anos na rede estadual e diretor de uma escola municipal há três anos. Estou ligado aos movimentos sociais da Diocese de Roraima e também à luta dos professores na cidade e no Estado por meio do sindicato. Tudo isso tornou meu trabalho visível e há muito tempo as pessoas me incentivavam a disputar eleições pelo PT. Essa intenção tomou força após a eleição da presidenta Dilma e da nossa senadora Ângela Portela (PT-RR), em cujas campanhas eu militei. Foi quando decidi contribuir no parlamento. No conselho das comunidades de base de que participo, eles apoiaram essa decisão em assembléia. A comunidade deu o impulso que eu precisava. Lancei meu nome no PT, o partido que está transformando o Brasil e com cuja ideologia eu me identifico desde pequeno. É o único partido a que me filiei.

“Modo Popular de Legislar”

Estou fortemente ligado aos movimentos sociais e à realidade das comunidades. Mais do que um candidato, nós construímos um projeto, o “Modo Popular de Legislar”. O objetivo é construir uma candidatura junto aos grupos de base, associações de professores, pais e alunos, comunidades de religiosos, etc. Faremos um Conselho do Mandato, um grupo com representatividade de diversos segmentos da sociedade de Boa Vista. Este grupo vai estar sempre em diálogo conosco, trazendo as demandas dos bairros e das comunidades. Vamos discutir seus anseios e transformá-los em propostas. Eu vou apresentá-las na Câmara e dar sempre retorno a este grupo.

Por toda a minha trajetória – sou professor e do sindicato dos professores aqui – quero lutar pelas melhorias na área da Educação em Boa Vista. Enquanto jovem e candidato apoiado pela Juventude do PT (JPT) eu quero implementar em Boa Vista a Secretaria Municipal de Juventude. Tenho um forte compromisso com a juventude do partido. Os jovens do PT municipal e estadual aderiram ao meu nome porque nós temos as mesmas causas. Tenho também apoio das comunidades de base, dos sindicatos e de outras pessoas das demais religiões. Embora eu professe o catolicismo, tenho um trabalho realizado junto ao público evangélico que tem boa aceitação.

Demais bandeiras

Na área da Saúde, vamos lutar pela instalação de postos de atendimento nos bairros e que atendam e funcionem 24h. Junto com os amigos da Zona Rural estou na luta pela agricultura familiar e pela Secretária Municipal de Agricultura, ainda inédita aqui. Além disso, Boa Vista tem uma grande concentração de índios, de várias etnias. Precisamos lutar pelos direitos desta população – os já conquistados e os que ainda precisam de apoio para se consolidarem. Outra bandeira nossa em Boa Vista é a dos concursos públicos, ainda muito precários. Há uma prática terrível da contratação de serviços e da contratação irregular na nossa cidade. Defendo e vou lutar pela criação do plano de cargos e salários dos servidores municipais de um modo geral.

Renovação de gerações

Com mais de 300 mil habitantes, Boa Vista precisa se renovar. Nós temos uma prática de os candidatos, eleitos, se perpetuarem no poder, mesmo não apresentando um projeto de lutas. Quando saem, eles acabam colocando alguém da família. No interior do PT de Roraima e de Boa Vista, nós estamos lutando fortemente por esta renovação. Veja que aqui, o PT não tem nenhum vereador, nenhum deputado estadual, nem federal.

A única representante do PT no Estado é a senadora Ângela Portela, que elegemos com uma quantidade de votos impressionante. Alguém novo que chegou no partido e conseguiu renovar. Nós estamos precisando disso na Câmara Municipal também e no parlamento em geral. E isso demanda um trabalho sistemático do partido em apostar em novos nomes.

E não é o novo simplesmente por ser novo. Mas, novo por ser um pensamento e um projeto inovadores, com os pés fincados na realidade do povo, com um trabalho reconhecido na militância e pela comunidade. Que tenha o quê apresentar. É isso o que construo e quero oferecer à população.

Juventude – Programa de TV Elmano 13 do PT

Toda ação do PT tem o objetivo de transformar a vida das pessoas e, em Fortaleza, muito já se fez. E ainda podemos avançar mais com #Elmano13doPT. Carteira de estudante gratuita para alunos da rede pública, meia passagem ilimitada, Cuca´s, Praças da Juventude, programas na área de educação como o Projovem e Popfor, e de capacitação e investimentos como o Credjovem são algumas das diversas ações que levam a marca do PT na cidade. Confira nosso programa de TV e compartilhe!